Especiais

  • Brasil na 57ª Bienal de Veneza

    Cinthia Marcelle cobriu o chão de grades. Manteve de propósito as paredes brancas, porque a tortura reside no asséptico. Deixou as grades de ferro ligeiramente inclinadas, para tornar difícil sua ascensão…

    Fundação Marcos Amaro (FMA)
  • 57ª Bienal de Veneza

    Em um contemporâneo marcado pelo choque, pela perspectiva iminente do conflito e desterro, e uma intensa e nunca finita procura de significado no que é habitar o planeta, a arte é o bastião da liberdade do pensamento.

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  • Formações em Artes

    O desenvolvimento de qualquer forma de arte é fruto de seu tempo e sua história, das condições de estrangulamento ou liberdade dada a um indivíduo ou a um grupo. Mas seja inerente à alma particular humana ou o fruto de um trabalho, ela precisa de subsídio para florescer.

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  • Land Art

    Existe o homem, o artista, o modificador de paisagens naturais mais violentos que terremotos ou fossas oceânicos. Ele toca a terra. Ele move as pedras. Ele as juntas no terreno de um lago de sal em Utah, nos Estados Unidos, e com elas desenha uma espiral devastadoramente precisa.

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  • Museu Bispo do Rosário

    O Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea está situado dentro do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira, complexo de saúde mental conhecido como “Colônia”, localizado na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro. É responsável pela preservação, conservação e difusão da obra de Arthur Bispo do Rosário – um dos expoentes da arte contemporânea, de reconhecimento nacional e internacional.

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  • Dualidade e leveza: a Arte no Japão

    A definição da arte de qualquer país, sobretudo vinda forasteira, sempre será uma definição de superfície. Há algumas características das artes do Japão, influenciadas pelos países que o rodeiam, como a China e a Coreia, que soam estranhas aos preceitos da arte ocidental; o grotesco está tanto nos filmes de terror como nas pinturas fantasmagóricas.

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  • Der Stürmer e a incitação ao ódio e à violência

    “Os judeus são a nossa desgraça” (Die Juden sind unser Unglück!), diz o lema na parte inferior da página de rosto do exemplar de Der Stürmer (“O Atacante”), datado de junho de 1939, pertencente ao acervo da FMA. O lema fora cunhado na década de 1880 pelo historiador nacionalista alemão e publicista político Heinrich von Treitschke.

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