Edital FMA | Resultado

Nos dias 20 e 21 de janeiro de 2018, o júri presidido pelo Curador da Fundação Marcos Amaro, Ricardo Resende e composto pelos curadores convidados Bitu Cassundé, Douglas de Freitas e Marcus Lontra, reuniu-se na sede da FMA, em Itu (SP), para seleção dos projetos contemplados pelo Edital de Ocupação Fábrica São Pedro.

 

Os projetos selecionados integrarão a programação de exposições da FMA em 2018 e 2019. São eles, em ordem alfabética:

Arranque, de Edith Derdyk – São Paulo (SP);
A Queda do Céu, de Eduardo Frota – Fortaleza (CE);
Fábrica Grupo EmpreZa, do Coletivo Grupo EmpreZa – Goiânia (GO);
Hipóstasis, de Pola Fernandez – Itu (SP);
Coreografia da Sobrevivência, de Regina Parra – São Paulo (SP);
Tríptico, de Rodrigo Sassi – São Paulo – SP.

Jurados

Ricardo Resende
Curador da FMA.

Marcus Lontra – Formado em Comunicação Social, pela PUC –RJ, foi diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e Curador da Mostra Como Vai Você Geração 80. Curador geral do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1990-97). Curador do MAMAM (1998/2001). Secretário de Cultura e Turismo de Nova Iguaçu (2006/2009). Atualmente é curador geral do Prêmio CNI/SESI/SENAI Marcantonio Vilaça.

Carlos Eduardo Bitu Cassundé – Curador do Museu de Arte Contemporânea do Ceará (Fortaleza, Brasil) e coordenador do Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes (Fortaleza, Brasil). Mestre pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, foi curador assistente e coordenador de pesquisa no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (Fortaleza, 1998 a 2007), integrou a equipe curatorial do Programa Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (São Paulo, 2008 a 2009) e dirigiu o Museu Murillo La Greca (Recife, 2009 a 2011). Seus últimos projetos curatoriais foram: Leonilson – Sob o Peso dos Meus Amores, no Itaú Cultural (São Paulo, 2011) e na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre, 2012); Metrô de Superfície, no Paço das Artes (São Paulo, 2012); Metrô de Superfície II, no Centro Cultural São Paulo (São Paulo, 2013); Rotas: Desvios e Outros Ciclos, Leonilson Inflamável e Carneiro, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (Fortaleza, 2013/2014); e Das Viagens, dos Desejos, dos Caminhos (Museu Vale/ES, 2014). Integrou diversos júris pelo país, dentre eles o de premiação CNI SESI Marcantonio Vilaça (2011/12). Com Clarissa Diniz formou a coleção contemporânea do Centro Cultural Banco do Nordeste, vinculado ao projeto Metrô de Superfície. Em 2015, participou da 5ª edição do Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça, da equipe curatorial do 19º Festival Videobrasil e do Arte Pará. Em 2016, foi um dos curadores do projeto RS Contemporâneo do Santander Cultural/Porto Alegre. Vive e trabalha em Fortaleza, Brasil.

Douglas de Freitas – Bacharel em Artes Plásticas. Desde 2011, trabalha como curador de artes visuais do Museu da Cidade de São Paulo, onde realizou a performance de Maurício Ianês, as instalações de Tatiana Blass, Lucia Koch, Iran do Espírito Santo, Felipe Cohen, Laura Belém, Sara Ramo e Vanderlei Lopes na Capela do Morumbi; a instalação de Sandra Cinto na Casa do Sertanista; e as exposições retrospectivas Guerra do Tempo, de Marilá Dardot, e Arte à Mão Armada, de Carmela Gross, na Chácara Lane. Foi vencedor do Prêmio PROAC Artes Visuais, com o projeto Fachada 2e1 – 2014, com intervenções públicas de Débora Bolsoni, Wagner Malta Tavares e Laura Vinci; do Edital Amplificadores de Artes Visuais do Recife, com a exposição Em Espera, no Museu Murillo La Greca; e do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2013, na Sala Nordeste de Artes Visuais, em Recife, entre outros. Foi um dos finalistas do Prêmio Marcantonio Vilaça 2015/2016, e do Prêmio Marcantonio Vilaça 2017/2018 na categoria curadoria.