Programação Junho

Programação Junho
7 de junho de 2019 Rafael Kamada

15 de junho


 

Na Roda da FAMA com Leda Catunda

15 de junho | 10h30 às 11h30
Sala Rolim Amaro

Na roda da FAMA é uma ação da Oficina Educativa da Fábrica de Arte Marcos Amaro e tem como objetivo gerar aproximações entre os artistas do acervo ou com obras expostas com a comunidade artística e com o público geral interessado em arte de Itu e interior de São Paulo. A proposta do encontro tem como foco o compartilhamento de experiências em pesquisa e criação artística.
A partir da obra A Cachoeira (1985) presente na exposição Utopia de colecionar o pluralismo da arte com curadoria de Ricardo Resende em cartaz na FAMA, a artista Leda Catunda propõe uma conversa sobre seu percurso e processo poético.

Sobre Leda Catunda
Nasceu em São Paulo em 1961, onde vive e trabalha. Entre suas exposições individuais, destacam-se as mostras I love you baby no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo/SP, 2016), a Seleção de obras de 1985 a 2015 no Centro Cultural Banco do Nordeste (Fortaleza/CE, 2015), as Pinturas Recentes, no Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, 2013), que itinerou também para o MAM Rio (Rio de Janeiro, 2013); além de Leda Catunda: 1983-2008, mostra retrospectiva realizada na Estação Pinacoteca (São Paulo, 2009). Uma das expoentes da chamada Geração 80, a artista esteve nas antológicas Como Vai Você, Geração 80?, Parque Lage (Rio de Janeiro, 1984); e Pintura como Meio, MAC-USP (São Paulo, 1983). Sua carreira inclui ainda participações em três Bienais de São Paulo (1994, 1985 e 1983), além da Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2001) e da Bienal de Havana (Cuba, 1984). Sua obra está presente em diversas coleções públicas, como: Instituto Inhotim (Brumadinho); MAM Rio de Janeiro; Fundação ARCO (Madrid, Espanha); Stedelijk Museum (Amsterdã, Holanda); além de Pinacoteca do Estado, MAC-USP, MASP, MAM (todas de São Paulo).

FAMINHA | Oficina de Arte
“Amarra.Fia.Corpo.Torce | Arte Contemporânea” com Maíra Vaz Valente

15 de junho | 14h às 15h
Sala Rolim Amaro

Na FAMINHA de junho a arte contemporânea é apresentada a partir da construção de objetos com tecidos e diferentes tipos de fios, usando apenas amarrações e torções. Inspirada no trabalho da artista Leda Catunda e na história da arte brasileira, a oficina convida crianças e familiares a experimentarem algumas proposições poéticas a partir do corpo e da materialidade. De modo lúdico, a oficina estimula a criação de objetos e/ou situações com tecido e  linhas  aproximando o seu brincar com os assuntos da arte contemporânea.
O FAMINHA | Oficina de Arte tem como objetivo promover atividades lúdicas pensadas para o público infantil e é um convite às famílias para vivenciarem o fazer artístico. As ações incluem atividades artísticas relacionadas ao acervo exposto.

Sobre Maíra Vaz Valente
Artista, educadora e pesquisadora licenciada em Artes Visuais na ECA/USP (2009) com pós-graduação (lato sensu) em Estudos Brasileiros pela FESPSP (2018). Sua produção poética se dá a partir do interesse no campo da performance arte com desdobramentos para questões fundamentais da participação e do encontro. Em 2007 fundou e coordenou até 2012 o grupo de estudos Núcleo Aberto de Performance (NAP), de 2015 a 2016 integrou a plataforma de trabalho La Plataformance. Em 2017 passa a colaborar com o a proposta #p.ARTE (p-arte.org) em Curitiba, tornando-se co-diretora em 2019. Como pesquisadora independente integra o grupo de crítica do Centro Cultural São Paulo desde (2018 e, pela mesma instituição foi contemplada pelo I. Prêmio Pesquisador (2010) com “Inter(In)venção: as intervenções urbanas a partir de práticas performativas na cidade de São Paulo entre as décadas de1970 e 80”. Atualmente debruça-se sobre as possibilidades de escrita para uma historiografia da performance arte no Brasil. Desde 2006 também participa de mostras nacionais e internacionais entre estas estão Festival Performe-se em Vitória (2017); III MIP em BH/MG (2016), Mostra Corpus Urbis II em Macapá/AP (2016), Convergência em Palmas/TO (2013), Bienal de Curitiba em 2013, Performance Arte Brasil no MAM/Rio de Janeiro (2010) e HORASPerdidas em Monterrey/México. Também em 2006 iniciou sua trajetória como artemeducadora em algumas instituições como SESCs, Paço das Artes, ItaúCultural e MAB(FAAP), e há dois anos soma à esta experiência o ensino formal na rede particular e no projeto de escola livre EMIA-Aron Feldman em Santo André. É autora de diversas oficinas que enfocam tanto o ensino da performance arte, quanto abordagem do corpo e a arte contemporânea para o público infantil.

17 de junho


 

FAMA | Curso de Mediadores
 “Concretismo e Neoconcretismo no Brasil – agentes e agenciamentos” com Tatiana Gonçales

17 de junho | 10h às 12h
Sala Rolim Amaro
Inscrições até dia 16 de junho pelo link

Inscrições

O Curso de Mediadores da Fábrica de Arte Marcos Amaro tem como proposta reunir e propor encontros de formação para estudantes, professores, educadores e artistas interessados em arte contemporânea e nos processos de mediação cultural.
No encontro de junho, vamos falar sobre os movimentos brasileiros Concretismo e Neoconcretismo das décadas de 50 e 60 e como eles representaram a transição para a arte contemporânea no Brasil. Através de seus principais agentes, abordaremos suas características e diferenças, numa analogia que reforça os debates estabelecidos nas capitais de São Paulo e Rio de Janeiro, em consequência do Modernismo, Além de como suas premissas influenciaram e influenciam a arte brasileira até os dias atuais.

Sobre Tatiana Gonçales
Formou-se em Comunicação Social, Jornalismo, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) em 1998. Foi Socia-diretora da Activa Comunicação até 2003, onde atuou como assessora de imprensa, gerenciando projetos para clientes como  Cidade Internet e Senac São Paulo. Em 2004, mudou-se para Londres, Inglaterra, onde permaneceu por sete anos. Lá, trabalhou na área de comunicação para o Science Museum e Handel House Museum. Foi também durante sua estadia por lá que realizou pós-graduação na Birkbeck University (Certificate/Diploma), em História da Arte. Voltou ao Brasil em 2010, quando passou a trabalhar como assessora de imprensa e produtora editorial na Luciana Brito Galeria, em São Paulo. Atuou ainda como Communications and Events Manager na sede da galeria inglesa no Brasil White Cube, produzindo eventos e coordenando o departamento de comunicação da galeria (assessoria de imprensa e produção editorial). Em 2016, ingressou no time da galeria Fortes D’Aloia & Gabriel (antiga Fortes Vilaça), trabalhando como Gerente de Comunicação e Relações Institucionais. Paralelamente, cursou pós-graduação/Mestrado em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo, sob a linha de pesquisa Artes, Política e Filosofia. Atualmente, atua como coordenadora de comunicação e relações institucionais da Galeria Leme, em São Paulo, além de pesquisadora da Fundação Marcos Amaro.