Tunga
19 de junho de 2018 Rafael Kamada

Representação, linguagem e realidade. Tunga (Palmares, Pernambuco, 1952 – Rio de Janeiro, 2016), utilizava-se dessas três modalidades para compor suas obras. O corpo e o desejo, bem como suas particularidades e problemáticas, por meio da literatura, filosofia, psicanálise, matemática, física, etc, ganhavam representatividade em sua poética investigativa.

Suas instalações abrigam objetos independentes. Cada um deles contribui com a própria história e repertório particulares. Estes elementos, então, assumem dimensão performática, com papeis distintos dentro do cenário da obra instalativa. Já o espectador, deve participar através da experiência enigmática de mente, corpo e espírito. Não tente resguardar seus medos e desejos, pois eles já foram colocados bem na sua frente.