Tatiana Blass

Tatiana Blass
19 de junho de 2018 Rafael Kamada

Tatiana Blass (São Paulo, 1979) brinca com a nossa percepção. O que tem que ser, já não é mais. Suas obras travam um diálogo harmonioso com o espaço, por meio de narrativas que se diluem no nosso imaginário. Aqui vemos uma motocicleta dividida em duas partes, onde uma foi e a outra quis ficar. Segundo a própria artista, os tubos impecavelmente dourados “materializam um movimento invisível, escondido pela velocidade”. Assim, vemos a obra tomando conta dos ângulos do ambiente expositivo, numa simulação dos movimentos realizados no globo da morte circense. O globo da morte na real não existe. Está apenas na nossa imaginação.