Marcia Pastore

Marcia Pastore
19 de junho de 2018 Rafael Kamada

Como parte de uma série, esta escultura de Marcia Pastore (São Paulo, 1964) explora as possibilidades de expressão da forma. Aqui, ela coloca-se meio desajeitada e estranha nos seus quase três metros de altura. É possível fazer várias comparações a partir de repertórios distintos, mas a verdade é que a nada pode-se comparar. Os olhos sobem e descem. Descem e sobem. Esse corpo estranho e inanimado, preto e vago, na realidade, estabelece uma contraposição com a solidez e a branquidão da parede local, além de inebriar a percepção.