Iole de Freitas

Iole de Freitas
19 de junho de 2018 Rafael Kamada

Através de referências do design, as obras de Iole de Freitas (Belo Horizonte, 1945) interagem com a arquitetura do espaço expositivo. Normalmente, expressam leveza e fluidez, por meio de materiais metálicos semi-transparentes, atribuindo movimento a rigidez do aço, por exemplo.

O espectador vê-se aqui diante do que talvez seja um resgate afetivo da prática juvenil da artista: a dança, seu primeiro contato com a arte. O sensível figurado aqui é trabalhado de maneira volumétrica, num movimento feminino e sinuoso. Uma tela metálica flutua no ar e é transpassada por um bastão metálico, que juntos promovem uma dança coreografada pela sombra na parede.