Leda Catunda

Leda Catunda
14 de junho de 2018 Stefânia Sangi

As obras de Leda Catunda (São Paulo, 1961) saltam aos olhos primeiramente pelo poder estético e plástico, que são fatores primordiais para sustentá-las conceitualmente. Elas preenchem o campo de visão através de elementos e símbolos mais próximos de nós. Além da explosão de cores, brilhos e figuras, o tecido age como elemento catalisador para um acolhimento calculado.

Esse debate sobre a materialidade faz parte da poética artística de Leda Catunda. Parte da chamada Geração 80 no Brasil, a artista sempre explorou os motivos figurativos que compõem o imaginário. E esse é o convite que suas obras nos faz: um exercício de introspecção. Uma viagem através do nosso próprio repertório e sentidos.